Infância
A bicicleta azul, as descobertas, os sonhos e a criança que continua aparecendo nos detalhes.
Algumas coisas passam. Outras mudam de forma. E há lembranças que continuam vivendo dentro de nós, muito depois de o momento ter terminado.
Se você chegou até aqui, talvez também carregue lembranças que nunca soube exatamente onde guardar. Talvez exista uma voz de que sente falta, uma casa à qual gostaria de voltar, uma versão de si que ainda visita em silêncio.
Este livro nasceu da vontade de dar um lugar a tudo isso. Não para mudar o que aconteceu, nem para trazer de volta o que partiu, mas para reconhecer que algumas experiências continuam fazendo parte de nós. Entre saudades, erros, afetos e recomeços, fui tentando responder a uma pergunta que talvez nunca tenha uma resposta definitiva: quem sou eu?
Espero que, ao conhecer um pouco da minha história, você encontre espaço para lembrar da sua também. Você não precisa ter vivido as mesmas coisas para entender o sentimento. Às vezes, basta reconhecer a saudade.
As Coisas Que o Tempo Levou é uma jornada de autoconhecimento sobre crescer, amadurecer e aprender a conviver com tudo aquilo que a vida transforma em nós.
Ao revisitar a infância, os desafios de crescer, o amor da família, a saudade da avó Alice, as amizades, os quase amores e os sonhos que mudaram de caminho, Gustavo transforma lembranças particulares em perguntas que qualquer pessoa pode reconhecer.
Não é preciso ter vivido a mesma história para compreender a vontade de voltar a um lugar que já não existe da mesma maneira, sentir falta de alguém ou tentar descobrir quem estamos nos tornando.
Mais do que recordar o que passou, este livro procura entender o que ficou.
“Talvez eu nunca descubra completamente quem sou. Mas, ao escrever estas páginas, descobri quem eu não quero deixar de ser: aquele menino que ainda acredita no amor, na família, na saudade e na esperança.”
Clique em uma fotografia para revelar um fragmento literário inspirado nas lembranças, nos afetos e nas saudades do livro.
A bicicleta azul, as descobertas, os sonhos e a criança que continua aparecendo nos detalhes.
As pessoas que oferecem abrigo, ajudam a formar quem somos e permanecem em nossa maneira de viver.
Vozes, fotografias, cheiros, gestos e pequenas frases que ganham outro significado quando alguém parte.
O futuro incerto, os sonhos que mudam e a coragem de continuar sem ter todas as respostas.
Algumas saudades são feitas de coisas que pareciam pequenas: o cheiro da comida nos almoços de domingo, uma voz chamando pelo apelido carinhoso, as mãos que seguravam as nossas, um “bom dia” que fazia o mundo parecer mais acolhedor.
No livro, Alice não é lembrada apenas pela ausência. Ela continua presente nas histórias contadas pela família, nas fotografias, nos detalhes que o tempo não conseguiu tornar insignificantes e no amor que permanece mesmo depois da despedida.
Escrever sobre ela é uma forma de cuidar da memória. É lembrar não apenas o dia em que alguém partiu, mas todos os dias em que essa pessoa fez alguém feliz.
Quinze capítulos divididos em cinco partes: da infância às raízes, das experiências às perguntas sobre o futuro — até chegar a um final que também pode ser começo.
Um pequeno álbum de céu, infância e lembranças — imagens reais compartilhadas pelo autor para acompanhar a apresentação do livro.
Algumas histórias também podem ser ouvidas. Esta playlist foi pensada para acompanhar as páginas de As Coisas Que o Tempo Levou — entre a infância, o amor, a saudade, as despedidas e a esperança de recomeçar.
Coloque os fones, abra o livro e deixe cada canção encontrar sua lembrança.
Se o livro despertou alguma lembrança em você, será um prazer saber o que sentiu. Você também pode acompanhar meu trabalho pelas redes.
Para mensagens pessoais ou propostas, você pode escrever diretamente por e-mail.
Às vezes, uma frase encontra a gente no momento certo. Abra seu biscoito e receba uma mensagem inspirada nas lembranças, nos afetos e nas saudades que atravessam estas páginas.
Respire fundo. Pense em algo que gostaria de guardar.
As mensagens são pequenas reflexões inspiradas nos temas do livro — para ler devagar e levar consigo.
Se uma lembrança, uma pessoa ou uma parte esquecida de você voltou à sua memória durante esta leitura, então estas páginas já encontraram um lugar para permanecer.